Revista Weril

Revista Weril Nº 122
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Revista Weril Nº 140
Revista Weril Nº 141
Revista Weril Nº 142
Bocais Weril

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Revista de Performance Musical

Revista de Performance Musical I - 2000
Revista de Performance Musical II - 2000
Revista de Performance Musical III - 2001
Revista de Performance Musical IV - 2001
Revista de Performance Musical V - VI - 2002
Revista de Performance Musical VII - 2003

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Revista Cultural do Conservatório de Tatuí

Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.25
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.26
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.27
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.28
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.29
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.30
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.31
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.32
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.33
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.34
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.35
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.36
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.37
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.38
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.39
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.40
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.41
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.42
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.43
Revista Cultural do Conservatório de Tatuí - N.44

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Partituras Choro

1 x 0
10 Minutos
A Vida é um Buraco
Abraçando Jacaré
Acariciando
Ainda me Recordo
Ande Ligeiro
André de Sapato Novo
As Proesas de Nolasco
Atencioso
Brasileirinho
Canto em Rodeio
Carinhoso
Chorando Sempre
Chorei
Choro de Gafieira
Cuidado, Colega
Descendo a Serra
Doce de Côco
Flor Amorosa
Garoto - Desvairada
Lamentos
Na Glória
Naquele Tempo
Nene
Noites Cariocas
Pedacinho do ceu
Saxofone, por que choras
Segura Ele
Sonoroso
Tico - Tico no Fubá
Urubu Malandro
Vou Vivendo

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Krista Wallace





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Flávio Gabriel





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Trompete e Banda













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Quintetos


Suite monette do maestro Duda tocada no FEMUSC 2009. Denilson Siqueiro e Elieser, trompete, Thomas hansen, trompa, Cesar guerra, trombone, Rodrigo da Rocha, trombone baixo.

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Nailson Simões









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Charles Schlueter

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Anor Luciano

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Quintetos de Trompetes



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Claudi Roditi





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Arturo Sandoval



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Marco Borgoni - 25 Vocalises

Vocalise Nº 1 - Partitura
Vocalise Nº 1 - Midi
Vocalise Nº 2 - Partitura
Vocalise Nº 2 - Midi
Vocalise Nº 3 - Partitura
Vocalise Nº 3 - Midi
Vocalise Nº 4 - Partitura
Vocalise Nº 4 - Midi
Vocalise Nº 5 - Partitura
Vocalise Nº 5 - Midi
Vocalise Nº 6 - Partitura
Vocalise Nº 6 - Midi
Vocalise Nº 7 - Partitura
Vocalise Nº 7 - Midi
Vocalise Nº 8 - Partitura
Vocalise Nº 8 - Midi
Vocalise Nº 9 - Partitura
Vocalise Nº 9 - Midi
Vocalise Nº 10 - Partitura
Vocalise Nº 10 - Midi
Vocalise Nº 11 - Partitura
Vocalise Nº 11 - Midi
Vocalise Nº 12 - Partitura
Vocalise Nº 12 - Midi
Vocalise Nº 13 - Partitura
Vocalise Nº 13 - Midi
Vocalise Nº 14 - Partitura
Vocalise Nº 14 - Midi
Vocalise Nº 15 - Partitura
Vocalise Nº 15 - Midi
Vocalise Nº 16 - Partitura
Vocalise Nº 16 - Midi
Vocalise Nº 17 - Partitura
Vocalise Nº 17 - Midi
Vocalise Nº 18 - Partitura
Vocalise Nº 18 - Midi
Vocalise Nº 19 - Partitura
Vocalise Nº 19 - Midi
Vocalise Nº 20 - Partitura
Vocalise Nº 20 - Midi
Vocalise Nº 21 - Partitura
Vocalise Nº 21 - Midi
Vocalise Nº 22 - Partitura
Vocalise Nº 22 - Midi
Vocalise Nº 23 - Partitura
Vocalise Nº 23 - Midi
Vocalise Nº 24 - Partitura
Vocalise Nº 24 - Midi
Vocalise Nº 25 - Partitura
Vocalise Nº 25 - Midi

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Quartetos de Trompete

















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Sergei Nakariakov









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Alison Balsom

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Tine Thing Helseth

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Wynton Marsalis






Franz Joseph Haydn (Rohrau, Áustria, 31 de março de 1732 — Viena, 31 de maio de 1809) foi um dos mais importantes compositores do período clássico e, ao lado de Mozart, Beethoven e Bach, um dos mais apreciados mundialmente.
Era irmão do compositor Michael Haydn e do tenor Johann Evangelist Haydn. Tendo vivido a maior parte de sua vida na Áustria, Haydn passou a maior parte de sua carreira como músico da corte para a rica família dos Esterházy. Isolado de outros compositores, foi, segundo ele próprio, “forçado a ser original”.
Abaixo, você assiste o Primeiro Concerto para Trompete e Orquestra, de Haydn.
O solista é Wynton Learson Marsalis.








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Video Aula - Trompete













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Rafael Mendez

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Sexteto de Trompete

Trumpet salutations

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Quartetos de Trompetes

Adoramus Te, Christe
Allons, gaí! Begères
Ballo Milanese
Ben Staga Tutta Questa Bella Brigada
Canzo Nº 9
Capricciata e Contrappunto...Bestiale
Chanson
Come Again! Sweet Love Doth Now Invite
Dadme Albricias Hijos d'Eva
Fine Knacks For Ladies
Fíve Heroic Marches
Il Est Bel Et Bon
O Virgo Benedicta
Rondo
Suíte From The Fairy Queen
The Merry Cuckoo
The Star - Spangled Banner
To The Hearne And The Duck

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Nailson Simões

Suíte Recife - Andréa (Baião)
Suíte Recife - Mida (Canção)
Suíte Recife - Dorinha (Isquenta Muié)
Suíte Recife - Nadja (Aboio)
Suíte Recife - Meyse (Frevo)
Autor: José Ursicino da Silva (DUDA)(N.1935)

Concertino Para Trompete e Piano - Allegro

Concertino Para Trompete e Piano - Lento
Concertino Para Trompete e Piano - Vivace

Marilian no Frevo

Musica para Matais
Melodia Para Marilian

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Finale 2008



Finale 2008

"O melhor software de notação musical via partitura do mercado — ele até já ajudou pessoas a ganharem um Oscar!"

Finale é uma ferramenta musical sem precedentes, com um conjunto robusto de ferramentas, opções ilimitadas e controle total sobre a partitura. Com muito mais poder e velocidade do que nunca, esta nova versão oferece possibilidades de composição, arranjo, reprodução, gravação e impressão de partituras.
Este software de notação musical libera toda a sua criatividade, pois inclui ferramentas revolucionárias para ensinar os alunos de música como criar, avaliar e formar suas idéias nas composições, arranjos e músicas.
Finale é o melhor do mercado, usado abragentemente por publicitários como Hal Leonard, escolas de prestígio como Juliard e o Berklee College of Music, além de organizações artísticas internacionais como a Metropolitan Opera e Jazz at Lincoln Center.
Oferece inúmeras ferramentas para confecção e impressão de partituras, com total flexibilidade na hora de formatar, além de perfeito realismo na execução do playback, com timbres que ano após anos se aproximam mais de instrumentos reais, todos sampleados da Garritan Personal Orchestra.
Finale ajudou muitos a ganharem até um Oscar! Trilhas sonoras de filmes como "O Bebê de um milhão de Dólares", "O Aviador", "Homem Aranha 2", "Expresso Polar", "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban", "A Paixão de Cristo" foram concebidas usando o programa.
Novidades da versão 2008
A grande inovação desta versão fica por conta da possibilidade de se utilizar gravações e trilhas prontas em WAV ou MP3 junto com pistas de áudio do Finale. Assim, você poderá dar autenticidade para seus playbacks, conciliando os samplers com áudio orgânico.
Alguns exemplos do que pode ser feito:

· Gravar uma trilha vocal para uma Aria de soprano.

· Adicionar um solo de trompete para uma sessão de Jazz.

· Importar uma música já pronta de uma banda de Rock, para depois acrescentar um arranjo de cordas a ela.

· Importar áudio para transcrever para partitura utilizando o programa.

· Usar o recurso TempoTap para alinhar o ritmo e os compassos de qualquer música.

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Finale Reader


Leitor de arquivos de partituras musicais com
extensão MUS simples e fácil de usar.

Finale Reader é um leitor de arquivos de partituras de músicas em formato MUS. Este programa simples é capaz de reproduzir arquivos de partituras, ideal para quem toca ou está aprendendo a tocar algum instrumento. A partir da barra de ferramentas presente no topo da tela, é possível reproduzir e definir algumas configurações das partituras executadas. Além disso, você poderá escolher a nota em que será executada a partitura. O programa suporta zoom nas páginas, impressão e repetições. Tudo isso combinado à simplicidade e a facilidade de uso.

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Miles Davis

Miles Davis (1926 - 1991)

Miles Davis efetivamente constitui, sozinho, um capítulo à parte dentro do jazz. Pode-se dizer, sem medo de errar, que ele foi uma verdadeira força propulsora do jazz durante mais de quarenta anos. Seu som ao trompete, puro, macio e quase sem vibrato, emitido freqüentemente com o uso da surdina, e seu fraseado conciso e despojado tornaram-se marcas registradas. Sua personalidade difícil, às vezes contraditória, também. Fundador do cool jazz, do jazz modal, do jazz-rock e da fusion, Miles fez da renovação das linguagens o principal impulso gerador de sua música.

Sua carreira, inciada dentro do bebop, apresentou uma fase brilhante já em 1948-1950, com a formação da célebre Miles Davis-Capitol Orchestra, onde o genial arranjador Gil Evans começou a escrever verdadeiras obras-primas que davam todas as condições para a expressividade de Miles. A colaboração Miles-Evans continuou ao longo dos anos 50. Os arranjos de Evans não têm paralelo em nenhuma big band: trata-se de peças impressionistas, com estruturas elaboradas, texturas timbrísticas sofisticadas, revelando influências variadas que incluíam, por exemplo, a música espanhola.

Paralelamente ao trabalho com Gil Evans, Miles dava, a partir de 1949, os contornos ao nascente estilo cool, eminentemente apropriado à sua maneira intimista de tocar, gravando as sessões intituladas Birth of the Cool.

De 1956 em diante, Miles lidera um quinteto / sexteto que, através de suas várias formações, entraria para a história do jazz. Para se ter uma idéia dos talentos envolvidos, inicialmente o quinteto contava com o saxofonista John Coltrane, o pianista Red Garland, o contrabaixista Paul Chambers e o baterista Philly Joe Jones; esta formação gravou a série de discos intitulados Relaxin', Workin', Steamin' e Cookin'. Com a entrada do sax alto Cannonball Adderley, o conjunto se tranformou no sexteto que gravou Milestones. Em 1959 Red Garland foi substituído por Bill Evans e Wynton Kelly, que se revezavam ao piano, e Jones cedeu o lugar a Jimmy Cobb, no sexteto que gravou um dos discos mais cult do jazz de todos os tempos, Kind of Blue. Com esse grupo, Miles começou a explorar o jazz modal, usando combinações harmônicas mais livres do que a harmonia tonal tradicional, e improvisando mais sobre os acordes do que sobre a melodia do tema. Em 1960-1961, houve pequenas mudanças, mas a base era mantida: ora Cannonball Adderley cedia o lugar a Sonny Stitt ou Hank Mobley, ora Jones voltava a assumir a bateria; o grupo também podia se reduzir a um quinteto, com apenas Coltrane ao tenor.

Paralelamente ao trabalho com quinteto e sexteto, Miles retoma a colaboração com Gil Evans e grava (respectivamente, em 1958 e 1960) duas obras-primas absolutas com orquestra: Porgy and Bess e e Sketches of Spain.


Em 1964 surgiu uma formação inteiramente nova do sexteto, com George Coleman ao sax tenor, Herbie Hancock ao piano, Ron Carter ao contrabaixo e o brilhante adolescente Tony Williams à bateria. (Hancock, Carter e Williams ocasionalmente foram substituídos, respectivamente, por Frank Butler, Richard Davis e Victor Feldman). Em 1965 a chegada do talentoso saxtenorista e compositor Wayne Shorter dá consistência ainda maior ao grupo. Ao lado de Shorter, Hancock, Carter e Williams, Miles grava discos como E.S.P., Miles Smiles, Sorcerer, Nefertiti e são recolhidos notáveis registros de shows ao vivo no Plugged Nickel Club de Chicago (hoje restaurados em sua totalidade, constituindo aquilo que Richard Cook e Brian Morton denominaram "a Pedra de Roseta do jazz moderno").


Acima: Miles com Herbie Hancock ao piano, Ron Carter ao contrabaixo e Tony Williams à bateria

Foto: Bass Player Junho/98

No final dos anos 60, Miles se encaminha para mais uma renovação estética, começando a fazer experiências com a fusão entre jazz e rock. Nessa fase, fica novamente em evidência uma faceta de Miles que já havia se manifestado com o quinteto dos anos 50: o descobridor de talentos. Para formar seus conjuntos de jazz-rock, Miles convoca os tecladistas Herbie Hancock, Chick Corea e Joe Zawinul, os bateristas Tony Williams e Jack DeJohnette, os contrabaixistas Dave Holland e Ron Carter, o guitarrista John McLaughlin, o saxofonista Wayne Shorter, o organista Larry Young, entre outros. O jazz-rock, do qual Miles estava se aproximando gradativamente com os discos In a Silent Way e Filles de Kilimanjaro, nasce efetivamente com o revolucionário (e ainda hoje moderno) álbum duplo de 1969, Bitches Brew.


Com Live/Evil, de 1970, e alguns outros discos até 1972, encerra-se uma fase na carreira de Miles e tem início outra, ainda mais controversa que a de Bitches Brew. Durante os anos 70 e 80, Miles continua realizando experiências com a integração de linguagens, renovando completamente seus conjuntos com músicos pouco conhecidos, afastando-se do jazz (mesmo do jazz-rock) e aproximando-se do funk até do hip-hop. Mas, como se trata de Miles, nem por isso tal fusão se torna trivial ou comercial. Embora as opiniões se dividam acerca das obras desse período, o som de Miles continua inconfundível, e sua poderosa mente musical continua claramente no controle.

Em 28 de setembro de 1991 o trompete de Miles silencia. Sua obra - vasta, multifacetada, evolutiva, desbravadora, ora hermética, ora lírica - irá certamente fornecer material para análise e motivo de puro deslumbramento para muitas gerações.

(V.A. Bezerra, 2001)


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